Fábio Maia defende campanha contra o bullying nas escolas

Preocupado com a prática recorrente do bullying (termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidas) no ambiente escolar, o 2º vice-presidente da Câmara Municipal de Porto Real, vereador Fábio Maia (DC), apresentou uma indicação relevante durante a sessão ordinária desta quarta-feira, 13, que visa prevenir e combater práticas desta natureza entre os alunos.

 

O autor solicitou que o Executivo estude a possibilidade e, se possível, elabore uma campanha permanente de conscientização contra o bullying nas escolas municipais e também contra o cyberbullying, realizado pela internet. A sugestão foi muito elogiada pelos demais vereadores, que inclusive foram convidados para serem coautores da propositura.

 

Entende-se por bullying atitudes desrespeitosas com o foco na inferiorização do outro. São atos de violência física, verbal ou psicológica; intencionais e repetitivas; presenciais ou virtuais; praticadas por um indivíduo ou grupos de indivíduos; contra uma ou mais pessoas; com o objetivo de intimidar, subordinar, isolar, agredir, causar dor, angústia ou humilhação à vítima. O bullying pode ser identificado em atos de intimidação como insultos pessoais, comentários pejorativos, ataques físicos, grafitagens depreciativas, expressões preconceituosas, ameaças e isolamento social. O Cyberbullying é o tipo de constrangimento realizado no ambiente virtual.

 

Em sua justificativa, o autor destacou os efeitos danosos desta prática na vida pessoal e escolar das vítimas. “O bullying e o cyberbullying causam grandes prejuízos ao processo educativo e, principalmente, ao estado psicológico do aluno ofendido. A partir daí, pode haver uma queda no rendimento escolar, atraso do desenvolvimento de crianças, dificuldade de socialização, queda na autoestima, quadros de depressão, transtorno de ansiedade, síndrome do pânico, evasão escolar, entre outros”, enfatizou o vereador.  

 

“É, infelizmente, um problema muito comum entre crianças e jovens no ambiente escolar e muitas vezes passa até despercebido por pais e profissionais da área. As conseqüências são nocivas e covardes. Precisamos abordar essa questão de forma mais efetiva e promover ações de conscientização mais enfáticas para evitar essa propagação e prevenir futuras vítimas”, finalizou Fábio Maia.

Assessoria CMPR

Publicado em quarta-feira, 13 de outubro de 2021

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